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Pontos de paridade e pontos de diferença

  • 20 de abr. de 2016
  • 2 min de leitura



Olá leitores da Editora Pen Dragon, tudo bem com vocês? Aqui novamente é o Allison RdS... No post de hoje resolvi falar sobre um tema que assisti em várias palestras, tanto de profissionais liberais como de músicos e escritores e ele começa com uma pergunta:


Quais os seus objetivos e metas profissionais?


Na minha opinião, este é um tema que se aplica a qualquer tipo de profissionais, o que nos inclui, autores e apaixonados por livros. Para falarmos de metas e objetivos, temos que pensar em dois tópicos: Pontos de paridade e pontos de diferença... Mas o que são estes benditos pontos?


Bom... O princípio é simples, na área da saúde e em empresas que passam por processos de qualidade e acreditação, também temos esses pontos, mas com outro nome, são chamados de indicadores de qualidade e metas. Mas como definimos quais serão estes indicadores? É bem simples...


Comparamos os nossos resultados à qualidade do que queremos nos aproximar. Vou dar um exemplo: Se vamos abrir uma livraria temos que ter um referencial... Se tocamos um instrumento, como quem queremos tocar? Quer ser igual o “mocinho que toca violão no barzinho” ou quer ser como um Steve Vai?... É lógico que você deve comparar o seu trabalho aos melhores, afinal, quem pensa pequeno, morre pequeno... (Vi essa frase no Fantástico e achei genial).


Mas e na escrita isso também se aplica? Claro! Para você, qual é o melhor escritor? Quem é o seu referencial? Como escreve um grande escritor? Que pontos ele precisa para se tornar um grande escritor?


Eu sempre tento traçar um comparativo entre o que escrevo e os pontos que acho importante em um grande livro. E então, conseguimos alcançar os tais pontos de paridade?


E agora vem a parte mais IMPORTANTE, os pontos de DIFERENÇA, afinal você não quer ser mais uma cópia de um grande escritor, ou quer?


Ultimamente estamos cercados por trilogias e quadrilogias de livros e filmes baseados em livros, mas até que ponto eles são originais? Até que ponto elas prendem o leitor? Pra mim, a maioria são cópias descaradas de franquias que venderam, com pouquíssimos pontos de diferença...


Como leitor, a pior sensação é começar a ler um livro e pensar: Nossa, parece aquele outro que eu já li... E isso meus amigos, é algo muito ruim!!!


Os pontos de diferença devem ser tantos quantos os pontos de paridade, aliás, devem ser maiores que os pontos de paridade. O seu trabalho deve ser bom, bem escrito e com uma narrativa interessante, mas diferente dos demais... Se o Etéreo fosse igual à maioria dos livros que estão por ai no mercado, será que a Pen Dragon aceitaria publicá-lo? Bom... Eu acho que não... Eles buscariam alguém mais original. E vocês, o que acham? Concordam? Deixem seus comentários e me respondam...


Um grande abraço e até a próxima...


Allison RdS.

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